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Sexta-feira, 22 de Maio de 2026

Golpe do falso advogado faz vítima perder mais de R$ 52 mil na região; Polícia Civil investiga

Correio do Ar

Uma vítima de Cascavel perdeu R$ 52.649,00 após cair no golpe conhecido como “falso advogado”. O caso voltou a avançar nesta semana, com a instauração de inquérito pela Polícia Civil para apurar quem está por trás das mensagens enviadas por WhatsApp e qual foi o destino do dinheiro transferido via Pix.

Segundo informações obtidas pela CGN, a vítima recebeu mensagens de uma pessoa que se apresentou como integrante de um escritório de advocacia. Durante a conversa, o suposto advogado afirmou que havia valores judiciais a serem liberados e que seria necessário realizar pagamentos para viabilizar a liberação.

Depois, a vítima foi direcionada para outro número de telefone, onde uma segunda pessoa teria se apresentado como promotor de Justiça. A partir daí, foram solicitados novos pagamentos sob o pretexto de taxas e custas.

Ao todo, foram feitas seis transferências via Pix, que somaram mais de R$ 52 mil. Após os pagamentos, a vítima percebeu que se tratava de golpe, especialmente depois de não conseguir mais contato com os números usados pelos criminosos.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso. Entre as providências determinadas estão a oitiva da vítima, a juntada de prints de conversas e comprovantes bancários, além da identificação e inquirição dos titulares das contas que receberam os valores.

Até esta sexta-feira (22), não havia informação sobre recuperação dos valores. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, com acompanhamento do Ministério Público.

Alerta à população
A orientação é desconfiar de qualquer mensagem recebida por WhatsApp ou ligação que prometa liberação de valores judiciais mediante pagamento antecipado de taxas, custas ou Pix. Advogados, promotores e órgãos públicos não solicitam transferências dessa forma para liberar dinheiro de processos. Em caso de dúvida, a pessoa deve procurar diretamente o escritório de advocacia, acessar os canais oficiais do órgão citado ou registrar boletim de ocorrência.

Fonte: CGN

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